Este conteúdo contém links de afiliado. A HDP BRASIL recebe comissão se você contratar por eles, sem custo adicional para você. A recomendação vale porque é a hospedagem que usamos nos projetos, e o texto abaixo também diz o que ela não resolve.
É a pergunta mais feita por quem vai contratar, e a que recebe as respostas mais distantes entre si. Dois orçamentos para o mesmo pedido podem ter uma diferença enorme, e na maioria das vezes os dois estão certos: eles descrevem projetos diferentes com o mesmo nome.
Este texto separa os quatro tipos de site que o mercado chama de “site”, explica o que faz o preço subir e mostra como comparar propostas sem olhar só o número do rodapé.
Quatro projetos diferentes com o mesmo nome
Site institucional
Apresenta a empresa, os serviços e as formas de contato. Poucas páginas, estrutura estável, atualização esporádica. É o mais barato dos quatro e resolve bem quando a função do site é dar credibilidade a quem já chegou por indicação.
Site de captação
Tem a mesma cara de um institucional, mas existe para gerar contato qualificado. Isso muda o projeto inteiro: a estrutura das páginas nasce a partir do que a pessoa precisa saber para decidir, os formulários alimentam um CRM, e o rastreamento precisa mostrar de onde veio cada lead. Custa mais porque entrega uma função a mais.
Landing page de campanha
Uma página só, feita para receber tráfego pago e converter. Menos volume de trabalho em conteúdo, mais em copy e teste. Quem investe em mídia costuma precisar de várias ao longo do ano.
Loja virtual
Catálogo, carrinho, meio de pagamento, frete, integração com estoque e emissão fiscal. É o único dos quatro em que o site é a operação, e não a vitrine dela.
O que faz o preço mudar dentro do mesmo tipo
Quantidade de páginas e de conteúdo original. Um site de cinco páginas com texto pronto é um projeto. Um de trinta páginas com pesquisa, redação e revisão é outro.
Se o conteúdo já existe. Texto, fotos e materiais prontos reduzem prazo e custo. Quando tudo precisa ser produzido, produção é parte do orçamento.
Design sob medida ou modelo adaptado. Partir de um tema pronto é mais rápido e mais barato. Um projeto desenhado do zero, com identidade própria, cobra o tempo de criação.
Integrações. CRM, automação de e-mail, agenda, área de cliente, gateway de pagamento e ERP. Cada integração é um sistema a mais para conectar e testar.
Rastreamento e mensuração. Instalar as tags, configurar eventos de conversão e garantir que o dado chegue confiável no relatório é trabalho técnico que muitos orçamentos deixam de fora e que decide se você vai conseguir medir retorno depois.
SEO desde a fundação. Estrutura de URLs, hierarquia de títulos, velocidade, dados estruturados e conteúdo pensado para busca. Fazer depois custa mais caro que fazer junto.
O custo que continua depois da entrega
O site não termina no dia em que entra no ar. Continuam existindo hospedagem, registro de domínio, certificado de segurança, atualização de plugins e do sistema, backup, e as manutenções de conteúdo ao longo do ano. Orçamento que ignora essa parte parece mais barato e não é.
Vale conferir um detalhe que quase ninguém mostra na hora de comparar: o preço promocional do primeiro contrato costuma ser bem menor que o da renovação, e a diferença passa de 50% em alguns planos. Peça os dois números antes de decidir, seja para a hospedagem, seja para a agência.
Para dar tamanho a esse custo que continua: em setembro de 2026, um plano de hospedagem que aguenta o site institucional de uma empresa, com domínio e e-mail próprios inclusos, sai por volta de R$ 250 no contrato de dois anos. Uma loja virtual, que precisa de mais processamento, parte de algo perto de R$ 860 no mesmo período. São valores de tabela consultados na Hostinger, que é a hospedagem que usamos nos projetos.
Vale conferir um detalhe que quase ninguém mostra na hora de comparar: o preço promocional do primeiro contrato costuma ser bem menor que o da renovação. Na vitrine consultada em setembro de 2026, o plano Premium sai de R$ 10,99 para R$ 38,99 por mês na renovação. Peça os dois números antes de decidir, seja para a hospedagem, seja para a agência.
A hospedagem que usamos nos projetos
A parte do custo que continua depois da entrega
Domínio, hospedagem e e-mail no nome da sua empresa, em uma contratação só.
- ✓3 sites, com 20 GB de armazenamento
- ✓Domínio e 2 contas de e-mail grátis no primeiro ano
- ✓Certificado de segurança e backup incluídos
Preço consultado em setembro de 2026, no contrato de 24 meses. A renovação passa para R$ 38,99 por mês. A Hostinger devolve o valor em até 30 dias.
Como comparar duas propostas
Coloque as duas lado a lado e procure por cinco coisas antes de olhar o valor:
O que exatamente está incluído. Quantas páginas, quem escreve o texto, quem produz as imagens, quantas rodadas de ajuste.
Quem é o dono do que foi feito. Domínio, hospedagem e acesso ao painel precisam ficar no seu nome. É o detalhe que mais gera dor de cabeça quando a relação termina.
Se o rastreamento está no escopo. Sem ele, você não vai saber se o site funciona.
Prazo e o que acontece se atrasar.
O que existe depois da entrega. Suporte, manutenção e evolução, com valor definido.
A pergunta que decide melhor que o preço
Antes de comparar orçamentos, defina o que o site precisa fazer pelo negócio. Se ele existe para receber quem chega por indicação, um institucional bem feito resolve. Se ele vai ser o destino do seu investimento em mídia, ele precisa converter, e isso muda o projeto e o valor.
Um site mais caro que dobra a taxa de conversão da mesma verba de mídia se paga rápido. Um site barato que não converte custa o valor dele mais toda a mídia que passou por ele sem virar cliente.
Na HDP, a criação de sites e landing pages nasce dessa definição, e não de um catálogo de páginas.
Fazer o diagnóstico estratégico
Perguntas frequentes
Quanto tempo leva para ficar pronto?
Depende do tipo de projeto e de quanto do conteúdo já existe. Um institucional simples com material pronto é rápido; um site de captação com conteúdo novo, integrações e rastreamento leva mais tempo, porque cada etapa depende de aprovação.
Vale a pena usar um construtor pronto?
Resolve bem quando o site é uma vitrine simples e o orçamento é apertado. Passa a limitar quando você precisa de integração com CRM, controle fino de SEO ou performance de carregamento, que são justamente os pontos que sustentam a conversão.
Preciso pagar mensalidade depois de pronto?
Existem custos recorrentes independentemente de quem fez: hospedagem, domínio, certificado e atualizações. O que varia é se você assume isso internamente ou contrata manutenção de quem desenvolveu.
Quem fica com o domínio e a hospedagem?
O correto é que fiquem no nome da sua empresa, com você tendo acesso. Confirme isso por escrito antes de fechar, porque é o ponto que mais gera problema quando a relação com o fornecedor termina.


